Provavelmente percebeu que os resultados de hoje não são os mesmos de um ou dois anos atrás, saiba: você não está sozinho — e talvez não esteja fazendo nada de errado.
O problema é que as plataformas mudaram. E mudaram de forma significativa.
Meta Ads e Google Ads passaram por transformações profundas nos últimos 12 a 18 meses. Não foram ajustes superficiais: foram mudanças na arquitetura de como os anúncios funcionam, como o algoritmo toma decisões e o que ele espera de você como anunciante. Quem não entendeu isso ainda está tentando fazer o carro novo funcionar com as regras do modelo antigo.
Neste artigo, vamos te explicar o que mudou, por que isso afeta diretamente os seus resultados e o que você precisa começar a fazer diferente a partir de agora.
Provavelmente percebeu que os resultados de hoje não são os mesmos de um ou dois anos atrás, saiba: você não está sozinho — e talvez não esteja fazendo nada de errado.
O problema é que as plataformas mudaram. E mudaram de forma significativa.
Meta Ads e Google Ads passaram por transformações profundas nos últimos 12 a 18 meses. Não foram ajustes superficiais: foram mudanças na arquitetura de como os anúncios funcionam, como o algoritmo toma decisões e o que ele espera de você como anunciante. Quem não entendeu isso ainda está tentando fazer o carro novo funcionar com as regras do modelo antigo.
Neste artigo, vamos te explicar o que mudou, por que isso afeta diretamente os seus resultados e o que você precisa começar a fazer diferente a partir de agora.
O que isso significa na prática
Se você tem uma campanha rodando com um ou dois criativos há meses, o algoritmo está trabalhando com dados insuficientes para encontrar seu melhor público. Ele precisa de variedade — de formatos, abordagens, durações, ângulos diferentes — para aprender e se otimizar.
Um caso documentado após essa atualização mostra uma anunciante cujo custo por conversão havia subido para US$ 86. Ela adicionou apenas oito novos criativos com variação real de formato e abordagem. Em 24 horas, o custo por resultado caiu para US$ 13,87.
Não foi mágica. Foi o algoritmo encontrando, finalmente, o sinal que precisava.
O papel do seu site nas campanhas
Outro ponto que muitos empresários ainda desconhecem: o Pixel da Meta hoje não lê apenas o que acontece dentro das suas campanhas. Ele lê o conteúdo do seu site.
Endereço do negócio, preços, serviços descritos nas páginas, estrutura de informações — tudo isso alimenta o algoritmo e influencia para quem seus anúncios são entregues. Se o seu site está desatualizado, vazio ou mal estruturado, o algoritmo trabalha no escuro. E você paga por isso.
A integração entre site (ou landing page) e campanha deixou de ser um detalhe técnico. Ela é parte da estratégia.
O que fazer agora no Meta Ads
– Invista em volume e variedade de criativos. Não basta ter um anúncio que “parece bom”. Você precisa de múltiplos conceitos, formatos e abordagens para dar ao algoritmo o material necessário para aprender.
– Mantenha seu site atualizado e com informações claras. O Pixel usa esses dados para qualificar a entrega dos anúncios.
– Acompanhe as métricas certas.
– Considere utilizar as campanhas para modelo de IA que tendem apresentar resultados superiores para a maioria dos objetivos.
O que aconteceu com o Google Ads
A nova era da busca: intenção no lugar de palavras-chave
Se no Meta a mudança foi de segmentação para criativo, no Google a mudança foi de palavra-chave para intenção.
Durante anos, o sucesso no Google Ads dependia da capacidade de microgerenciar palavras-chave, ajustar lances centavo por centavo e testar dezenas de variações de texto manualmente. Era um trabalho técnico e detalhado.
Em 2025, o Google lançou uma camada de inteligência artificial que opera sobre as campanhas de pesquisa existentes. A proposta muda o jogo: a IA analisa trilhões de sinais contextuais em tempo real — histórico de navegação, localização, dispositivo, comportamento recente — e entrega seu anúncio para quem demonstra a intenção certa.
Segundo dados internos do Google, campanhas que ativaram esta camada geraram em média 14% mais conversões mantendo o mesmo CPA ou ROAS. (Fonte: Google, dados internos 2025 — anunciantes fora do varejo)
A mudança nas buscas: o impacto das IAs
Há outro fenômeno acontecendo em paralelo que poucos empresários ainda consideraram na estratégia de anúncios: as ferramentas de IA — ChatGPT, Gemini, Claude e outras — já são ponto de partida de busca para uma parcela crescente de pessoas.
Quando alguém pergunta para uma IA “qual agência de marketing contratar” ou “como aumentar as vendas da minha empresa”, a resposta vem de conteúdo relevante, bem estruturado e confiável disponível na web. Empresas que não produzem esse tipo de conteúdo simplesmente não existem nessas respostas.
Isso não é o futuro. Está acontecendo agora.
E a consequência direta: anúncios e conteúdo precisam trabalhar juntos.
O que fazer agora no Google Ads
– Avalie ativar a camada de IA nas suas campanhas. Se você já tem histórico de conversões e ativos de anúncios responsivos, a ferramenta está disponível e pode ampliar seu alcance qualificado de forma significativa.
– Não abandone as campanhas manuais do dia para a noite. A camada de IA funciona melhor como complemento estratégico, não substituto imediato.
– Invista em conteúdo que responde perguntas. Tudo isso alimenta tanto o SEO quanto a capacidade da IA de recomendar seu negócio.
– Certifique-se de que seu rastreamento de conversões está correto. Conversões mal configuradas ensinam o algoritmo errado.
O ponto em comum: a IA está no controle
Tanto no Meta quanto no Google, a mudança fundamental é a mesma: o algoritmo de IA assumiu o controle de grande parte das decisões de entrega e otimização. Isso é bom — quando você trabalha a favor dele.
O que define o sucesso hoje não é mais quem sabe apertar mais botões no gerenciador. É quem entende a lógica da IA e alimenta o sistema com os dados certos.
Quem tenta economizar em criativos, pular a configuração técnica ou buscar resultados imediatos com orçamento muito baixo vai continuar vendo os resultados piorarem. Não por falta de esforço, mas por operar contra a lógica atual das plataformas.
O que isso significa para o seu negócio
Se você é dono ou gestor de uma PME e tem investido em tráfego pago — seja sozinho, com um freelancer ou com uma agência — este é o momento de revisar a estratégia.
Algumas perguntas que vale se fazer agora:
– Meus criativos estão variados o suficiente para o algoritmo aprender e encontrar meu público?
– Meu site está estruturado para complementar e alimentar as campanhas?
– Estou rastreando as conversões?
– Minha agência ou gestor conhece e aplica as mudanças recentes das plataformas?
Se a resposta para alguma dessas perguntas for “não sei” ou “acho que não”, pode ser aí que está a explicação para os resultados abaixo do esperado.
Como a Thunder pode ajudar
A Thunder está no mercado desde 2017. Ao longo desses anos, gerenciamos campanhas para clientes no Brasil, Estados Unidos, Canadá e Reino Unido — e acompanhamos de perto cada atualização relevante das plataformas.
Trabalhamos com a estrutura que as plataformas pedem: criativos variados, configuração técnica correta, integração entre site e campanhas, e estratégia construída para o médio prazo.
Se você quer entender como essas mudanças impactam especificamente o seu negócio, oferecemos uma análise gratuita: uma conversa direta onde avaliamos o que está acontecendo nas suas campanhas e mostramos o que pode ser feito.
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